



De volta aos velhos tempos, quando peguei este jogo emprestado do meu primo, fiquei surpreso ao descobrir que Roger Rabbit não era um tradicional jogo de ação em side-scrolling, mas sim um jogo de aventura em visão de topo. Neste ponto, nunca joguei nenhum título de Zelda, mas já sabia que Roger Rabbit não seria tão profundo quanto o jogo da Nintendo: a maior parte da tela está vazia, a maioria das portas está fechada e você tem poucos personagens para conversar. Lembro-me de ficar preso na parte em que era para me esconder dos furões... Só consegui passar por acaso. O jogo é bem difícil, tem gráficos fofos e é divertido, embora um pouco simplificado, mas na maioria é agradável.