
“VOCÊ NÃO PODE ODIÁ-LO A MENOS QUE O AME.” Uau... foi um dos filmes mais incríveis que já vi há anos. Ainda estou processando tudo que acabei de ver e sentir. Como nativo de San Francisco e residente de toda a vida da Bay Area, este me afetou de muitas maneiras, algumas inesperadas. No geral, sinto uma emoção intensa. Tristeza, nostalgia, raiva, saudade, ansiedade, frustração, todas essas palavras são precisas, mas não capturam completamente a essência. A descrição mais sucinta do sentimento que estou vivenciando é uma sensação de perda, algo como um adeus não resolvido. Eu me mudei de San Francisco para uma cidade pequena perto de Oakland, mas passei meus anos de adolescência pulando de um lado para o outro para shows e passeios de final de semana, vendo minha cidade mudar lentamente conforme os tempos mudavam. Um dia, depois de um bom tempo ausente, comecei a olhar ao redor e percebi que mal reconhecia o lugar onde cresci. Este filme, seus personagens, a história dolorosamente bonita, tudo tem uma autenticidade cativante, com muitas das experiências dos protagonistas chegando muito perto de casa. As atuações são cheias de alma, sutis e, novamente, autênticas. O filme em si é ricamente fotografado, com uma cena bonita após a outra. Eu poderia continuar e continuar. Fiquei completamente sob o feitiço deste filme, e não posso recomendá-lo o suficiente a mais ninguém, com uma menção especial aos nativos de San Francisco por motivos óbvios